
Por que sinto tanta dor de cabeça?
Você já sentiu como se sua cabeça estivesse prestes a explodir? Uma dor que aparece do nada, às vezes sutil como uma pressão leve… e, de repente, vira aquela dor forte, como se tudo estivesse em curto-circuito?
Pois é. Você não está sozinha (o).
A dor de cabeça é uma das queixas mais comuns no mundo. Mas o que pouca gente fala é sobre o que está por trás dela e, principalmente, sobre a ligação profunda entre emoções e sintomas físicos.
Neste texto, quero conversar com você, com todo o carinho, para te ajudar a entender o que pode estar acontecendo e o que você pode fazer, com pequenas atitudes, totalmente naturais, que vão te fazer se sentir melhor.
Quando a dor fala por você
Sabe aqueles dias em que você guarda raiva? Ou engole o choro? Ou se cobra tanto que parece que sua cabeça não vai dar conta de tudo? Você já parou para pensar na liberdade que vem junto com a dor insuportável? Que te “obriga” a cuidar de si mesma? Ir ao médico, mal conseguir abrir os olhos, ter que descansar…não conversar…tudo isso traz equilíbrio físico e mental através da urgência e por que a dor é muito intensa.
O estresse do dia a dia, tantas coisas na cabeça, tudo isso acompanhado de seu emocional impactado e que altera seu metabolismo. Como consequência, e na tentativa de retomar o equilíbrio físico e mental, produzimos os sintomas:
- Tensão nos ombros e pescoço
- Mandíbula travada
- Respiração curta
- Sono leve ou agitado
- Dores no corpo todo e mais forte na cabeça
- Inchaço nos olhos e inflamações
E tudo isso junto vira uma tempestade… que muitas vezes gera a ser até incapacitante.
Dor de cabeça de origem emocional ou física? Aprenda a perceber os sinais
Se a dor aparece em dias de pressão, dias mais estressores, quando você está ansiosa, ou melhora quando você chora ou desabafa, é bem provável que tenha fundo emocional.
Agora, se ela surge logo ao acordar, se você sente sensibilidade à luz e som, ou se a dor piora quando está com fome ou sede, pode ter uma origem mais física ou metabólica.
Além disso, há outros fatores físicos que também pesam: desidratação, ficar muito tempo sem comer, excesso de tela, má postura… tudo isso pode piorar (e muito!) as dores.
Nenhuma dor pode ser só física ou psicológica, tudo acontece simultaneamente em você.
A origem pode ser uma ou outra, mas as duas coisas andam juntas. Corpo e mente são uma coisa só. Por isso, é tão importante se observar com carinho.
E o que fazer com tudo isso?
A boa notícia é que dá, sim, pra começar a se cuidar de forma natural, simples e leve.
Aqui vão algumas estratégias que funcionam de verdade:
Respire fundo
Quando estamos nervosas, respiramos curtinho, lá no alto do peito. Isso reduz o oxigênio que vai para o cérebro. Respirar fundo, devagar e consciente ativa o sistema parassimpático, que relaxa o corpo e ajuda a aliviar a dor.
Beba água
Parece óbvio, mas muita gente esquece. A hidratação melhora a circulação, ajuda a eliminar toxinas e ainda regula o seu metabolismo.
Faça pausas das telas
Desconectar um pouco ajuda a diminuir a sobrecarga mental. Alongue o pescoço, gire os ombros, espreguice-se! Seu corpo se fortalece produzindo endorfina e serotonina. Isso reduz nosso vilão cortisol que está muito ativo.
Cuide do sono
Dormir bem é essencial. Durante o sono, o cérebro regula os níveis de cortisol e outros neurotransmissores que, quando desequilibrados, são gatilhos para dor de cabeça.
Respeite seus sentimentos
Entenda o que sente, Não reprima e acolha sem julgamento. Fale, escreva, peça ajuda. Descubra suas forças pessoais, desenvolva sua autoconfiança. Quanto mais você se acolhe, menos tensão e medo sentimos e mais equilíbrio alcançamos.
A dor é um sinal claro de desequilíbrio. Não ignore.
A dor é um alerta de que seu sistema unido, corpo e mente estão fora de sintonia. Não existe separação: o que você sente, você vive metabolicamente no corpo. Quando guarda mágoas, se sobrecarrega ou engole o choro, seus músculos enrijecem, sua respiração muda, seu sono se altera. Tudo acontece ao mesmo tempo.
A dor não surge do nada. Ela é o resultado desse acúmulo silencioso. Mas também pode ser um ponto de virada: o momento em que você começa a escutar o que sente, cuidar de si por inteiro e ajustar o seu ritmo com mais consciência e leveza.
Você pode ser o maestro dessa transformação. Conhecendo suas forças pessoais, integrando corpo e emoções, afinando sua vida como uma orquestra bem conduzida.
Se você estiver pronta (o) para descobrir o “segredo” atrás da dor que está sentindo, quais são suas forças pessoais inativas, me procura. Será um privilégio te ajudar!